terça-feira, 2 de novembro de 2010

COMO DEVE SER A IGREJA


1. DEVE SER VIVA, Jo 10.10


a. Fisicamente


b. Espiritualmente


c. Socialmente


2. DEVE SER ATUANTE, Mc 16.15


a. Atuante no louvor


b. Atuante na criação


c. Atuante no testemunho ( proclamando )


3. DEVE SER HARMONIOSA, At 2.42


a. Harmonia no falar


b. Harmonia no sentir


c. Harmonia no decidir


4. DEVE SER OBEDIENTE, AT 26.19


a. Obediente à Palavra de Deus


b. Obediente ao  Espírito Santo  


c. Obediente ao Ministério
 5. DEVE SER NUTRIDA, Jo 6.63


a. Com a palavra


b. Com a sã doutrina


6. DEVE SER RENOVADA, Rm 12.1,2


a. No entendimento


b. No poder


7. DEVE SER FRUTÍFERA, Jo 15.1-6


a. Diante de Deus


b. Diante dos homens

A BÊNÇÃO DO BATISMO EM ÁGUAS


Introd: Nos 4 evangelhos, em Atos dos apóstolos e nas Epistolas, encontramos inúmeras referências ao batismo em águas. Ele é a porta de entrada para a pessoa convertida tornar-se membro da Igreja visível de Cristo.


I. O Batismo é um ato de obediência


1. Á ordem de Jesus, Mt 28.19


2. Ao exemplo de Jesus, Mt 3.13-15


3. Ao exemplo da Igreja primitiva, At 2.41


II. O Batismo é espiritualmente relevante


1. Relaciona-se com a fé, Mc 16.16


2. Relaciona-se com o arrebatamento, At 2.38


3. Relaciona-se com os frutos, Mt 3.10-11


III. O Batismo tem requerimentos básicos


1. Exige confissão, Mt 3.6


2. Exige muita água, At 8.36-39


3. Exige um ministrante, At 8.30,31

QUE HAVIA NOS CULTOS DA IGREJA PRIMITIVA?

1- Havia bastante louvor



2- Havia bastante poder


3- Havia bastante graça
4- Havia bastante mensagem


5- Havia bastante oração


6- Havia bastante contribuição

7- Havia bastante fraternidade

Leia Atos 2 e Atos 4.

UM PERFIL DA IGREJA EM JERUSALÉM


1- Uma Igreja que orava, At 1.14; 4.31; 6.4


A. Uma instituição de oração


B. Uma escola de oração


C. Um exercito de oração


2- Uma Igreja que evangelizava e crescia sem parar, At 4.4; 5.14; 6.7


A. Os apóstolos evangelizavam


B. Os diáconos evangelizavam


C. Os crentes em geral evangelizavam


3- Uma Igreja que batizava, 2.4


A. Ela foi ordenada por Jesus a batizar


B. Ela aprendeu com Jesus a batizar


C. Ela recebia novos membros pelo batismo


4- Uma Igreja que perseverava na doutrina, At 2.42


A. A doutrina era dada pelos apóstolos


B. A doutrina moldava sua maneira de viver


C. A doutrina era um padrão para disciplina geral


5- Uma Igreja generosa, At 2.45; 4.34-47


A. Praticava o privilegio do amor


B. Conhecia a graça de dar


C. Executava o dom de repartir


6- Uma Igreja comunitária e fraternal


A. At 2.1


B. At 2.42,44,46


C. At 4.32; 5.12


7- Uma Igreja que atuava diariamente, At 5.42


A. Atuava em favor do Reino

 
B. Atuava no templo e nas casas


C. Ensinava e evangelizava permanentemente


8- Uma Igreja espiritualmente poderosa, At 2.4,43

A. Poderosa no Espírito

B. Poderosa na Palavra

C. Poderosa nas obras

OS APÓSTOLOS E SEUS COMPROMISSOS




1- Cristo ordenou aos apóstolos que saissem por toda a terra, Mt 28.19,20; Mc 16.15; II Tm 1.11


2- Cristo deu poder aos apóstolos para operarem maravilhas, Mt 10.1,8; Mc 16.20; Lc 9.1; At 2.43; Mc 3.15; Lc 10.9-17; I Co 14.18


3- Somente os escolhidos do Senhor podem tomar parte no apostolado, At 1.24,25


4- Paulo tinha consciência de ser um apóstolo de Jesus Cristo, Tt 1.1; I Co 1.1


5- Antes de recebermos o apostolado devemos receber a graça que o precede, Rm 1.5


6- Os crentes fiéis são o selo do apostolado, I Co 9.2


7- Cada apóstolo precisa apresentar os sinais do seu apostolado, II Co 12.12

EM TODA ALMA HAVIA TEMOR



I. A PALAVRA TEMOR NAS ESCRITURAS SAGRADAS


1. Esta palavra aparece 359 vezes


2. 160 vezes ocorre na expressão TEMOR de Deus


3. Temor fala de respeito, reverência e honra


4. Palavra que possui distintas acepções.


II. A NATUREZA DO TEMOR QUE ENCHEU A IGREJA PRIMITIVA


1. Temor no coração dos crentes (Dt 6.13,24; Jó 4.6)


2. Temor no coração dos incrédulos (Sl 36.1)


3. Temor individual e coletivo (Jó 28.28: Pv 14.27)


4. Temor notório e positivo.


III. O PERIGO DE PERDERMOS O TEMOR


1. O temor nos impede de pecar, Ex 20.20; II Cr 19.7


2. O temor no exercício da autoridade, II Sm 23.2


3. Temor e sabedoria no uso da língua, Pv 14.27


4. Temor se relaciona com longevidade, Pv 10.27 (perda do amor).


IV. EFEITOS DO TEMOR


1. Operação de maravilhas e sinais, At 2.43b


2. Espírito de completa união, At 2.44


3. O excerício do louvor, At 2.47; Pv 19.23


4. Crescimento constante da Obra de Deus, At 2.44

O PENTECOSTE FAZ A DIFERENÇA

Introd.: Grandes foram as mudanças havidas na vida de Pedro, após sua experiência no Cenáculo.


1- Pedro, antes do Pentecostes


A. Quase se afogando, Mt 14.28-31. Isto simboliza o crente sem forças suficientes para manter-se estável. 


B. Repreendido por Jesus, Mt 16.22,23 . Isto fala da ausência do Espírito de sabedoria, que lhe foi concedido posteriormente,.


C. Negando a Jesus, Mt 26.73-75. Por haver se sentido forte por conta própria, viu-se dominado por uma cruel fragilidade. 


2- Pedro, durante o Pentecostes


A. Nova coragem, At 2.14. Não teve disposição para testemunhar de Cristo perante uma criada, mas agora é o orador de uma reunião com milhares de ouvintes. 


B. Nova mensagem, At 2.14. Mensagem eloquente, bíblica e cristocêntrica. 


C. Nova revelação, At 2.15,16. A revelação do plano redentor de Deus nos é concedida pelo Espírito Santo. 


D. Nova autoridade, At 2.23


E. Novo testemunho, At 2.31,32


3- Pedro depois do Pentecostes


A. Um coxo curado, At 3


B. O lugar se movendo, At 4


C. Discernindo os espíritos, At 5


D. Avivamento em Samaria, At 8


E. Liberto da prisão, At 12

Concl. A história de Pedro nos estimula a uma busca permanente da plenitude do Espírito.

sexta-feira, 29 de outubro de 2010

SETE RETRATOS DE CRISTO EM COLOSSENSES

1. O retrato de Sua divindade, 1.3

2. O retrato de Sua humanidade, 1.22

3. O retrato de Sua eternidade, 1.17

4. O retrato de Sua autoridade, 1.18

5. O retrato de Sua soberania, 1.16

6. O retrato de Sua plenitude, 1.19

7. O retrato de Sua sabedoria, 2.2

7 DIMENSÕES DO AMOR

I. AMOR A DEUS, O PAI, Mt 22.37; I Jo 5.2

1. Com todo o entendimento

2. Com todo o coração

3. Com toda a força

II. AMOR A DEUS, O FILHO, Mt 10.37

1. Com profunda devoção

2. Com plena sinceridade

3. Com absoluta perseverança

III. AMOR DE DEUS, O PAI, Jo 3.16,17

1. Amor supremo

2. Amor sacrificial

3. Amor eterno

IV. AMOR DE DEUS, O FILHO

1. Amor que produziu a Encarnação

2. Amor que O levou ao Calvário

3. Amor que nos oferece o Céu

V. AMOR AOS IRMÃOS DE FÉ, Hb 13.1

1. Amor entranhável

2. Amor espontâneo

3. Amor permanente

VI. AMOR À FAMILIA, Ef 6

1. Amor aos pais

2. Amor ao cônjuge

3. Amor aos filhos

VII. AMOR AO PRÓXIMO, Lc 19.18; Mt 19.19

1. Ao próximo que está bem perto

2. Ao próximo que está distante

3. Ao próximo que pode ser um inimigo

domingo, 24 de outubro de 2010

REQUERIMENTOS PARA O DIACONATO

1. Os diáconos devem ter

a. Boa reputação, At 6.3. Isto significa que devem ter um excelente testemunho como servos de Deus.

b. Pura consciência, I Tm 3.9. Isto significa uma consciência limpa, sem acusações, não atormentada, sem qualquer sentimento de culpa.

2. Os diáconos devem ser

a. Cheios do Espírito Santo, At 6.3. Isto significa que devem ser batizados com o Espírito Santo.

b. Cheios de sabedoria, At 6.3. Esta sabedoria é espiritual, concedida pelo Senhor. Inclui capacidade para administrar, lidar com murmurações, finanças, problemas do dia-a-dia, etc .

c. Honestos, I Tm 3.8.

3. Os diáconos não devem ser:

a. De língua dobre, I Tm 3.8; devem ter uma só palavra, Mt 5.37: II Co 1.17; Tg 5.12.

b. Dados a muito vinho, I Tm 3.8.

c. Cobiçosos de torpe ganância, I Tm 3.8.

4. Os diáconos devem

a. Guardar o mistério da fé, I Tm 3.9. Para isto devem manter profunda intimidade com Deus e com Sua Palavra, como vemos no exemplo de Estêvào.

b. Ser provados, ou experimentados, I Tm 3.10.