terça-feira, 23 de fevereiro de 2010

SETE DIMENSÕES DO VERDADEIRO LOUVOR


Louvar a Deus é uma das mais nobres atitudes da criatura humana.
Quando o crente sofre, se parece com Jesus. Quando peca, se assemelha aos demônios. Quando louva, imita os santos anjos de Deus.
O verdadeiro louvor somente pode brotar de um coração piedoso.
Louvar é um pouco menos do que adorar e muito mais do que apenas cantar.
A Bíblia apresenta várias dimensões do louvor, sete das quais menciono a seguir.

1. Louvor espontâneo, Sl 63.5

Todo louvor deveria ser espontâneo. Pena que assim não seja. A espontaneidade do louvor reflete objetivamente a espontaneidade do coração de quem louva.
Ninguém deveria nos exortar, nos persuadir ou nos induzir ao louvor. O vaso deve ter prazer em louvar o Oleiro.
O instrumento deve ter satisfação em louvar o Músico.
Os galhos devem se sentir felizes em louvar a Raiz.
A ovelha deve espontaneamente louvar o Pastor.

2. Louvor sacrificial, Hb 13.15
O louvor é sacrificial quando quem é louvado aparece e quem louva se esconde.
O louvor é sacrificial quando é oferecido a Deus por entre as brasas vivas do Altar sagrado.
O louvor é sacrificial quando demole o castelo de nosso egoísmo para podermos visualizar a majestade do trono do Altíssimo.
O louvor é sacrificial quando renunciamos a nossas prioridades e deixamos que a benignidade do Senhor seja o tema da nossa canção.

3. Louvor de gratidão, Sl 147.7
Somente as almas nobres sabem ser agradecidas.
A gratidão oferece ao décimo leproso a oportunidade de ser salvo, ademais de haver sido limpo da terrível lepra.
A gratidão faz de um crente frágil como Davi ser chamado de homem segundo o coração de Deus.
Foi Jeremy Taylor quem escreveu que aprendemos de Davi a dar graças por tudo. Cada sulco do Livro dos Salmos está repleto de sementes de agradecimento.


A gratidão realça o tributo de nossa homenagem a quem tudo fez por nós, a ponto de fazer com que Ele multiplique a bênção de Seu favor.
A gratidão nos eleva a tal ponto que nos faz esquecer da Terra, enquanto quase tocamos o Céu.
Sêneca declarou que “só os espíritos bem formados são capazes de cultivar a gratidão”.

4. Louvor dos lábios, Sl 51.15; 119.171; 63.3.
Há muitos que louvam somente “em espírito”, o que é bom, mas não é suficiente.
O louvor sem palavras pode ser mera intenção. O louvor falado é solene atuação.
Quando o coração sente e a boa não fala, o mundo exterior ignora a piedade do louvador.
Quando o coração se enche de louvor e a boca o expressa naturalmente, o mundo testifica das grandes obras do Poderoso Deus.
“A boca fala do que há em abundância no coração”.
A boca que louva reflete um espírito que adora, um coração que canta, uma mente que expressa com palavras a dignidade do Amado Redentor.
Louvemos com o coração, mas não deixemos a boca se fechar. No abrir da boca que louva está a chave do beneplácito que se recebe.

5. Louvor da alma, Sl 103.1
Quando a alma louva, o espírito se alegra e o corpo se disciplina.
Quando a alma louva, os prazeres se espiritualizam e as emoções se sublimam.
Quando a alma louva, o Inferno se apavora e o Céu se regozija.
Quando a alma, tudo o mais segue o seu louvor: “...e tudo o que há em mim bendiga o Seu santo Nome.
Quando a alma louva, o inferno se afasta, o mundo se esconde e o Céu se aproxima.
Quando a alma louva, os demônios estremecem, os homens se admiram e os anjos aplaudem.

6. Louvor diário, II Cr 30.21
Louvor não pode ser uma prática dominical.
O verdadeiro louvor deve acontecer todos os dias, todas as manhãs, todas as noites.
Para o ímpio, “basta a cada dia o seu mal”. Para o servo de Deus, basta a cada dia o seu louvor.
Devemos louvar a Deus cada dia, porque por Ele somos abençoados todos os dias.
Devemos louvar a Deus cada dia, porque Ele prometeu estar conosco todos os dias.
Receba de Deus de cada um de nós um louvor sincero e espontâneo, piedoso e gratulatório, todos os dias, “até a consumação dos séculos”.

7. Louvor permanente, Sl 104.33; 145.1,2.
A sétima dimensão do louvor é o seu caráter permanente.
Louvemos a Deus sempre. E para sempre.
Louvemos ao Senhor quando a conta do Banco estiver recheada, mas não deixemos de O louvar no tempo das vacas magras.
Louvemos ao Senhor quando os exames médicos apresentram resultado negativo, mas que O louvemos também quando sentirmos uma dor atroz.
Louvemos o Senhor no alto da montanha, mas também no vale profundo.
Louvemos ao Senhor na paz, mas não deixemos de O louvar, na guerra.
O Deus a Quem servimos é digno de louvor para sempre e eternamente.
Façamos, pois, o que exaustivamente recomenda o livro dos Salmos: LOUVAI AO SENHOR.

segunda-feira, 15 de fevereiro de 2010

DEZ CARACTERISTICAS DA PESSOA BEM-AVENTURADA

Salmo 1
1. Uma pessoa feliz
2. Uma pessoa exemplar
3. Uma pessoa separada
4. Uma pessoa sábia
5. Uma pessoa prudente
6. Uma pessoa espiritual
7. Uma pessoa amante da Palavra
8. Uma pessoa edificada
9. Uma pessoa frutífera
10. Uma pessoa estável
11. Uma pessoa amada por Deus
12. Uma pessoa próspera

NOVE DIFERENTES ASPECTOS DA COMUNHÃO


Fp 1.5
1. Comunhão com o Pai, I Jo 1.3
2. Comunhão com o Filho, I Co 1.9; I Jo 1.3; I Jo 1.6
3. Comunhão com o Espírito Santo, II Co 13,13; Fp 2.1
4. Comunhão do sangue de Cristo, I Co 10.16
5. Comunhão dos apóstolos, Gl 2.9
6. Comunhão dos irmãos, At 2.42; I Jo1.7; I Jo 1.3
7. Comunhão no Evangelho, Fp 1.5
8. Comunhão no sofrimento, Fp 3.10
9. Comunhão impossível, II Co 6.13

OITO RAZÕES PARA BUSCAR A CRISTO

Jo 12.18
1. Herodes buscou a Cristo sob a influencia da narrativa dos magos e sob o temor de que o recém-nascido viesse a ser um competidor, Mt 2.
2. O cego de Jericó buscou a Cristo na esperança de queria sua última oportunidade para não morrer cego, pois estava convencido de que o Filho de Davi o curaria.
3. Os fariseus 0 buscavam porque queriam encontrar algum de motivo de acusação a fim de que se sentissem livres de sua santa influência em seu caminho tortuoso.
4. Muitos O buscavam para saciar a sua fome, e infelizmente não sabiam dar prioridade à intensa fome espiritual de suas almas, Jo 6.
5. Maria O buscava, a fim de prostrar-se aos Seus pés e conceder-Lhe a adoração que Ele sempre mereceu e merece, Jo 12
6. Os magos O buscaram para adorá-lo, visto que estavam conscientes que Ele havia nascido Rei e seria o realizador das suas milenares esperanças, Mt 2
7. Os principais dos sacerdotes O buscavam para prendê-lo, indiferentes ao fato de que estavam buscando sua própria condenação, Jo 11.57
8. Isaias nos exorta a O buscarmos enquanto O pudermos achar, Is 55.6
9. Que razão te leva a buscá-Lo?

quarta-feira, 10 de fevereiro de 2010

VINTE SEMENTES PARA OS PREGADORES


SEIS FORMAS DE ZELO NO AT
• O zelo de Paulo, II co 11.2
• O zelo do crente, Rm 12.11
• O zelo dos gálatas, Gl 4.17
• O zelo pela Igreja, Gl 4.17
• O zelo pelo templo, Jo 2.17
• O zelo pelos dons, I Co 12.31

3 EFEITOS DA VOZ DE DEUS , At 22.07
I. A VOZ DE DEUS PRODUZ TRANSFORMAÇÃO,
1. At 22.7;
2. At 9.4
II. A VOZ DE DEUS PRODUZ TEMOR,
1. Ag 1.12-14;
2. Dn 10.9
III. A VOZ DE DEUS PRODUZ RENOVAÇÃO
1. Ez 1.22-25
2. Dn 9



CINCO GRANDES LÍDERES
1. Jesus, o Líder por excelência
a. Líder dotado de sabedoria, Mt 12.42; 13.54; Mc 6.2
b. Líder dotado de autoridade Mt 7.28,29
c. Líder poderoso, Mt 8.
i. Poder sobre as enfermidades
ii. Poder sobre as forças da Natureza
iii. Poder sobre os demonios
2. Neemias, um exemplo clássico de liderançca
a. Um líder que orava
b. Um líder que perseverava
c. Um líder que não se intimidava
3. Moisés, um líder de milhões
a. Líder e legislador
b. Líder e profeta
c. Líder durante 40 anos
4. Josué, o líder guerreiro
a. Coragem sem igual
b. Dedicação integral
c. Um líder com “outro espírito”.
5. Samuel, um líder inesquecível
a. Um líder criado na Casa de Deus
b. Um líder que se aplicou à intercessão
c. Um líder paciente, justo e piedoso

SETE TESTEMUNHOS DA AUTO-EXISTENCIA DE DEUS
1) Sl 36.9
2) Is 41.4
3) Jo 5.26
4) At 17.24,25
5) Rm 11.35,36
6) Gn 1.1
7) Ex 3.14

A ETERNIDADE DE DEUS NO AT
1. Gn 21,3
2. Ex 15.18
3. Dt 32.40
4. I Cr 16.36
5. Ne 9.5
6. Sl 90.1-4
7. Is 44.6
8. Is 48.12
9. Is 57.15
10. Jr 10.10
11. Lm 5.19
12. Dn 4.3
13. Mq 4.7

SEIS TESTEMUNHOS DA ETERNIDADE DE DEUS NO NT
• Rm 1.20
• Rm 16.26
• I Tm 1.17
• Hb 1.10-12
• II Pe 3.8
• Ap 4.8-10

DOZE TESTEMUNHOS DA UNICIDADE DE DEUS NO AT
1. Ex 20.3
2. Dt 4.35,39
3. I Sm 2.2
4. II Sm 7.22
5. I Rs 8.60
6. II Rs 19.15
7. Ne 9.6
8. Sl 86.10
9. Is 44.6-8
10. Is 45.22
11. Jr 10.10
12. Zc 14.9

SETE TESTEMUNHOS DA UNICIDADE DE DEUS NO NT
1. Mc 12.29
2. Jo 17.3
3. Rm 1.21-23
4. I Co 8.4-6
5. Gl 3.20
6. Ef 4.6
7. I Tm 2.5

OITO TESTEMUNHOS DA ONIPRESENÇA DE DEUS NO AT
1. Dt 11.12;
2. Sl 139.7-10;
3. Pv 15.3
4. Gn 28.15,16
5. Dt 4.39
6. Jr 23.23,24
7. Am 9.2-4
8. Pv 15.11

A PERSONALIDADE DE DEUS
a) Deus não é uma mera influência
b) Deus não é meramente o "poder do Universo"
c) Deus não é meramente uma "influencia positiva"
d) Ele é um Deus Pessoal, uma pessoa com vida, I Ts 1.9; I Tm 4.10; Hb 10.31
e) Ele possui conhecimento, Js 22.22; I Cr 28.9
f) Ele Se comunica com outras pessoas, I Sm 3.4-9
g) Ele ama, Jo 3.16; I Jo4.10-19; Dt 4.37
h) Ele é PAI, Jo 14.19
i) Deus tem vontade própria, Is 53.10; Mt 6.10; Rm 1.10; Ef 1.1;
j) Deus possui intelecto infinito, Jó 12.13; Pv 3.19; Dn 1.17; Rm 11.33
k) Deus possui emoções, Gn 6.6; Ex 32.14; Ne 8.10
l) 3 tipos de pessoas no Universo: divinas, angelicais e humanas.


UM PERFIL DE ZÍPORA, A ESPOSA DE MOIS'ÉS
1. Filha de Jetro, sacerdote de Midiã
2. Esposa do grande Líder Moisés
3. Mãe de Gerson e Eliezer
4. Por obediencia a Deus circuncidou seus filhos já bem crescidos
5. Não acompanhou Moisés durante a jornada através do deserto
6. Visitou Moisés uma vez, acompanhada de seu pai.
7. Sua história: Ex 2.21,22; 4.25; 18.2-5

DIFERENTES TIPOS DE ZELO
1. Pela Lei, At 21.20
2. Pelas boas obras, Tt 3.19
3. Pelas obras, Ap 3.19
4. Pelas tradições, Gl 1.14
5. Pelo bem, Gl 4.18
6. Por Deus, Nm 25.13

DEZ TEXTOS SOBRE ZELO ESPIRITUAL
1. Sl 119.139
2. Is 62.1
3. II Rs 10.16
4. Jr 20.9
5. I Ts 2.9
6. Ne 4.21
7. At 18.25
8. Lc 8.39
9. Cl 4.13
10. II Co 9.2


O AMOR PELA EVANGELIZAÇÃO
1. Jo 4.35
2. Rm 9.3
3. Rm 10.1
4. Rm 11.14
5. Mt 18.11
6. I Co 9.22

VOU E VOLTAREI, Jo 14.28
I. Por que Ele tinha de ir?
1. Para enviar o Consolador
2. Para reassumir Sua posição
3. Para levar o testemunho de Seu sacrifício
II. Por que Ele tem que voltar?
1. Para buscar Sua Noiva
2. Para nos conduzir ao Reino da imortalidade
3. Para cumprir Suas promessas

A EXPRESSÃO VOLTAR EM PAZ
1. I Sm 29.7
2. II Sm 19.24
3. II Rs 22.28
4. II Cr 18.26
5. II Cr 19.1
6. Jr 8.9
7. Jr 11.31


O ZELO PESSOAL DE CRISTO
1. Jo 9.4
2. Jo 2.17
3. Jo 4.34
4. Lc 2.49
5. At 10.38
6. Is 59.17

OITO TIPOS DE ZELO NO AT
1. O zelo como fogo, Sl 79.5
2. O zelo de Deus, Nm 25.11
3. O zelo de Saul, II Sm 21.2
4. O zelo do tolo, Jó 5.2
5. O zelo pela obra, II Rs 10.16
6. O zelo pela Palavra, Sl 119.138,139
7. O zelo pelo Nome, Ez 39.25
8. O zelo por Jerusalém, Zc 1.14


VOLTANDO POROUTRO CAMINHO, Mt 2.12
I. PELO CAMINHO DA VERDADE
1. A verdade liberta, Jo 8.32,36
2. A verdade santifica, Jo 17.17
3. II Pe 2.2
II. PELO CAMINHO DO AMOR
1. O amor une
2. O amor edifica
3. I Co 12.31
III. PELO CAMINHO DO GOZO
1. O gozo suporta
2. O gozo transcende a aflição
3. Fp 4.4
IV. PELO CAMINHO DA SANTIDADE
1. A santidade afasta de Satanás
2. a santidade aproxima de Deus, Hb 12.14
3. Is 35.8
V. PELO CAMINHO DA PAZ
1. A paz é fruto a justificação, Rm 5.1
2. A paz é doação de Cristo, Jo 16.33
3. Lc 1.79
UM PERFIL DE ATOS DOS APÓSTOLOS
1.Quadragésimo-quarto livro da Bíblia
2. Quinto livro do NT
3. Situado entre os 4 Evangelhos e as Epístolas Paulinas
4. Nos primeiros anos foi chamado de Quinto Evangelho.
5. Contém 28 capítulos e 1,007 versículos
7. Cobre um período de aproximadamente 33 anos
8. Menciona 30 países e 39 cidades
9. Narra 21 milagres.
10. Refere-se a 15 pregações.
11. Relata 9 viagens missionárias.
12. 57 pessoas estão associadas ao Ministério de Paulo.
13.Aparecem 28 títulos de Cristo
14. Contém 25 referências ao Antigo Testamento.
15. São citados mais de 100 nomes pessoais.

sábado, 9 de janeiro de 2010

COLÓQUIO IMPERDIVEL


IMPERDÍVEL
COLÓQUIO DE RECICLAGEM MINISTERIAL
Faltando poucos meses para completar seu Jubileu de Ouro Ministerial, o pastor Geziel Gomes tem decidido abrir o seu coração e compartilhar alguns dos segredos da Palavra de Deus e do Ministério com líderes especialmente selecionados.
Assim sendo, ele tem a honra de convidá-lo e a sua excelentíssima esposa a participarem do COLÓQUIO DE RECICLAGEM MINISTERIAL, a realizar-se nos próximos dias, como informamos a seguir.
COLÓQUIO DE RECICLAGEM MINISTERIAL
Data: 28 a 30 de janeiro de 2010
Local: Hotel Nacional Inn, em Campinas, SP
Inscrição do casal: R$300,00
Inscrição individual: R$200,00
Horários de atividades:
Dia 28, das 20 ás 22h;
dia 29, 10 às 12h; 15às 17h; 20 às 22h;
dia 30, das 9 às 11h
Tema principal do Colóquio: I Epístola de Paulo a Timóteo
Serão dez horas de ministração imperdíveis, para a glória de Deus.
Diárias do hotel: R$140,00, apartamento duplo. Nota: apenas duas diárias de hotel.
Obs: Este primeiro C0LÓQUIO está reservado para apenas 30 pessoas.
Pastor GEZIEL GOMES lhe dá as boas vindas!

domingo, 3 de janeiro de 2010

UMA BÊNÇÃO CHAMADA ARREPENDIMENTO


(Reflexões teológicas e práticas sobre uma fundamental doutrina das Escrituras Sagradas)
Introdução
Creio que os meus nobres e gentis leitores já perceberam que nos anos mais recentes a palavra arrependimento tem se tornada escassa nos púlpitos sagrados.
Parece que um novo Evangelho se está introduzindo nas mensagens, bem como na hinologia do Povo de Deus.
Parece ainda que todos estão bem com Deus e nada precisa mudar, a não ser a condição financeira e o status social.
Segundo o que se alardeia por aí, Deus parece estar mudando Sua maneira de ser no que diz respeito ao pecado é hoje diferente do que era no passado e começa a desaparecer a necessidade de quebrantamento, de humilhação e de arrependimento.
Não será demais lembrar que a fé não anula esses elementos vitais e indispensáveis á salvação do homem perdido.
A raça humana continua perdida, a salvação continua a depender da confiança total no sangue de Cristo e o que Jesus declarou não perdeu sua atualidade, muito menos sua veracidade: Se não vos arrependerdes, todos de igual modo perecereis.
Como declarou o Rev. Max Nunley, pastor da Bible Way Baptist Church em Deming, NM, EUA, “a Palavra de Deus nos ensina que Deus ordena o arrependimento no século XXI como Ele fez no primeiro. Se a alma não se arrepender, será condenada, e condenada para a eternidade.
Apresento a seguir um esboço da doutrina do arrependimento, segundo as Escrituras Sagradas, na esperança de que venha a merecer alguma atenção dos pregadores que estão oferecendo salvação sem cruz, sem arrependimento e sem renuncia.
I. SIGNIFICADO E IMPORTÂNCIA DA PALAVRA ARREPENDIMENTO
a. Dentre os muitos eruditos que apresentam definições consistentes para o vocábulo arrependimento, destaco J. A. Alexander. Em seu livro THE GOSPEL OF MARK nos informa que esta palavra é derivada do verbo grego metanoeo, que significa mudança de pensamento e está associado a reflexão, contemplação, mudança de mente e de sentimento, sobre aspectos morais, com referencia particular ao caráter e conduta do próprio penitente.
b. Além dessa citação, julguei oportuno mencionar o que escreveu P. J. Gloag, em seu livro A Critical And Exegetical Comentary On The Acts Of The Apostles, vol. 1, p. 109: "O verbo metanoeo não deve restringir-se apenas à mera tristeza pelo pecado – o arrependimento no sentido de contrição; mas implica uma mudança de pontos de vista, de pensamento e de propósito, e uma conseqüente mudança da predisposição - arrependimento no sentido de conversão."
c. Por outro lado, no Antigo Testamento, para expressar a idéia de arrependimento são utilizadas as palavras "shuv" - "virar para trás, voltar" e "nicham" - "arrepender-se". É uma mudança sincera e completa de opinião e disposição (propensão, inclinação) com respeito ao pecado.
d. O que não significa arrependimento.
i. Arrependimento não significa mera tristeza. É muito fácil ficar triste sem que haja qualquer arrependimento. No entanto, o apóstolo Paulo faz menção de uma tristeza que opera para o arrependimento, II Co 7.10. Isso somente acontece como ação direta do Espírito Santo. A tristeza segundo Deus se contrapõe à tristeza segundo o mundo.
ii. Arrependimento não pode ser mera emoção. Existe um sem-número de situações na vida que geram emoções dentro de nós e a maioria delas não tem qualquer relação com uma postura de arrependimento ou de quebrantamento e humilhação.
iii. Arrependimento não é uma manifestação de medo, pavor, temor, terror ou horror. Muitas pessoas sentem profundo medo de sofrerem punições, entretanto o seu interior às vezes não experimenta o menor sinal de arrependimento verdadeiro.
iv. Arrependimento não significa ignorar o erro ou admitir que o tempo poderá vir a anulá-lo. O mundo espiritual não está sujeito ao tempo, de sorte que não existe uma “anistia pelo tempo”, como alguns pregadores parecem sugerir aos seus ouvintes.
v. Arrependimento jamais pode estar limitado a um pedido de desculpas. Desculpas se situam no plano horizontal, enquanto arrependimento é inerentemente vertical, pois é dirigido para Deus. Se somente Deus pode perdoar pecados (At 3.19), somente a Ele deve ser encaminhado o nosso arrependimento. Mesmo que nos arrependamos de algo cometido contra nosso irmão, precisamos de Deus para a consolidação do perdão que nos será outorgado.
vi. Por haver desprezado seu direito de primogenitura, Esaú não achou lugar de arrependimento, embora , com lágrimas, o tivesse buscado, Hb 12.16,17. Gn 27.
vii. O arrependimento não é completo e final em si mesmo. Ele precisa ser seguido imediatamente pela conversão. Enquanto arrependimento é mudança de pensamento, conversão é mudança de direção. Por isso Pedro exortou aos seus ouvintes: “Arrependei-vos e convertei-vos...”, At 3.19.
viii. Volto a citar os eruditos na língua grega, para dizer que eles mencionam um outro verbo que ocorre na Bíblia e que é traduzido por arrepender-se. Refiro-me a metamelomai. Segundo A T Robertson (Word Pictures), esse verbo ocorre no N. T. apenas cinco vezes (Mt. 21:29, 27:3; II Co. 7:8; Hb 7:21 de Salmos 109:4). E acrescenta que Paulo distingue claramente o que é mera tristeza do ato do ‘arrependimento’, o qual chama de METANOIAN (II Co 7:9). No caso de Judas (Mateus 27:3) foi mero remorso"
e. O Significado positivo de arrependimento
i. O arrependimento significa mudança de opinião, sentimento e vontade a respeito do pecado, Jó 42.5,6; II Co 7.9,10, Mt 21.28,29.
ii. Em sua primeira das 95 teses fixadas em 31 de outubro de 1517 na igreja do Castelo de Wittenberg, Lutero chamou a atenção dos fiéis para que demonstrassem uma vida de arrependimento, baseando-se em Mt 4.17: "Arrependei-vos, porque está próximo o reino de Deus".
II. EXORTAÇÕES AO ARREPENDIMENTO
a. As pessoas devem se arrepender porque o pecado distancia a pessoa de Deus, em virtude de Sua absoluta santidade.
b. No AT Deus exige de Israel que se arrependa, Ez 14.6.A ausência de arrependimento gera iniqüidade e esta por sua vez provoca tropeço na vida espiritual, Ez 18.30.
c. O arrependimento sempre fez parte das condições divinas, impostas para que Israel alcançasse um estágio de reavivamento, II Cr 7.14.
d. Arrependimento foi o tema central da pregação de João Batista, Mt 3.1,2. Seu batismo é chamado de batismo de arrependimento, Mt 3.11-15. Jesus foi a exceção.
e. Jesus pregou muito o arrependimento, Mt 4.17; 11.20; 12.41, etc. ”Porque eu não vim a chamar os justos, mas os pecadores, ao arrependimento." Mt. 9.13. Na Grande Comissão Ele também enfatizou a pregação do arrependimento, Lc 24.47.
f. Os discípulos pregaram sobre o arrependimento, Mc 6.12.
g. Esse foi um tema nas pregações da Igreja Primitiva, At 2.38; 3.19; 5.31; 8.22; 11.18.
h. Paulo pregou o arrependimento, At 20.21; 26.20; II Co 12.21; II Tm 2.25.
III. NOTÁVEIS EXEMPLOS DE ARREPENDIMENTO NO AT
a. O rei Davi, Sl 51.
b. O rei Manassés, II Rs 21.1-8; iI Cr 33.11-16.
c. A população de Nínive
IV. NOTÁVEIS EXEMPLOS DE ARREPENDIMENTO NO NT
a. Zaqueu, Lc 19.1-10.
b. O filho pródigo, Lc 15.21
V. EFEITOS PESSOAIS DO ARREPENDIMENTO
a. A fé em Cristo e o direito ao batismo em águas, At 2.38-39.
b. Ele abre a porta para o sucesso espiritual, Is 55.7, visto que ele conduz à fé genuína, Jo 5.24, que leva à entrega total, Sl 37.5. Esta, por sua vez, produz a plenitude do Espírito, At 2.38 que confere acesso à plena posse das promessas divinas, II Pe 1.4.
c. O arrependimento predispõe a pessoa a ser um verdadeiro adorador. Como disse o pastor Ron Owens, “as pessoas precisam reconhecer que estão perdidas, e voltar-se a Deus em arrependimento pelos pecados, para que se tornem recipientes do seu dom de vida eterna. Naquele momento, se tornarão adoradores de Deus. A adoração continua durante toda nossa vida cristã aqui na terra, e continuaremos a adorar no céu por toda a eternidade”.
d. O arrependimento permite aprofundar nosso estado de vigilância, como o Senhor explicou à Igreja em Sardes. A Bíblia confere muita importância à vigilância, Mt 26.41; I Pe 5.8; Mt 24.42,43; 25.13; Lc 12.37-39; I Co 16.13; I Ts 5.6. Ef 6.18; Cl 4.2.
e. O arrependimento nos faz retornar à prática do primeiros amo, como lemos na Carta à Igreja em Éfeso.
f. O arrependimento abre as portas para um genuíno avivamento, cujo fundamento está firmado em três fatores indispensáveis: estudo da Bíblia, oração e arrependimento. Certo pregador declarou que “arrependimento sem um confronto com a Palavra de Deus é impossível, pois é a Bíblia que nos mostra nossas falhas, enquanto o Espírito Santo nos convence”.
VI. ELEMENTOS QUE ACOM PANHAM O ARREPENDIMENTO
a. Confissão de pecados, I Jo 1.9
b. Temor a Deus, como acontecia na Igreja Primitiva e como aconteceu com Davi.
c. Conversão, At 3.19
d. Fé, At 2.38-39; Mt 21.32; At20.21
e. Aceitação, Mt 8.2. Jo 6.42; At 4.12
f. Adoração, l Rs 8.33
g. Quebrantamento, II Cr 6.26.
h. Afastamento do pecado, Lc 15.18-20. Quando o arrependimento toca a vontade, ele produz três resultados excelentes: confissão do pecado, abandono do pecado e volta para Deus.
i. Abominação pelo próprio eu, Jó 42.5,6.
Conclusão. O verdadeiro Evangelho inclui arrependimento, perdão e salvação. Se e quando um destes 3 pilares é anulado, deixa de ser Evangelho e já não se não identifica com a salvífica Obra do Filho de Deus entre os homens.
Deus nos ajude a conservar uma bênção chamada arrependimento.

sexta-feira, 1 de janeiro de 2010

SIMPLES REFLEXÕES PARA O INÍCIO DE UM NOVO ANO, Dt 11.12


1. Nosso Deus é o Deus eterno, Dt 33.29. Isto significa que Ele está muito, muito além do tempo, uma ínfima partícula da Eternidade.
2. Jesus Cristo é chamado em Is 9.6 de Pai da eternidade, ou seja, Ele é o criador da Eternidade Posterior, visto que a anterior coexiste com a Trindade desde sempre, Sl 90.2;
3. O Espírito Santo é chamado em Hb 9.14 de Espírito eterno.
4. O Deus da Igreja é o mesmo Deus de Israel. Ele tirou Israel do Egito, governado por Faraó. Ele abriu o Mar Vermelho para Israel. Ele destinou Canaã para Israel. Ele prometeu abençoar Israel todos os dias do ano.
5. Devemos tirar proveito de tudo quanto Deus nos oferece para este novo ano. Ele nos oferece Sua presença. Ele nos oferece Suas promessas. Ele nos oferece Seu poder. Ele nos oferece Sua provisão.
6. Quais seriam os requerimentos de Deus para cada um de nós, neste alvorecer de 2010? Que tenhamos propósitos determinados. Que sejamos puros em todo o nosso viver. Que sejamos sábios na escolha de nossas prioridades. Que sejamos perseverantes. Que nos dediquemos à Sua Palavra.
7. Para tirarmos proveito absoluto deste novo ano, devemos repetir a oração de Moisés: “Ensina=nos a contar os nossos dias, de tal maneira que alcancemos coração sábio”, Sl 90.12
8. Deus tem propósitos singulares, pessoais e específicos para nós ao longo deste ano. Como está escrito em Dt 11.12, ainda hoje Ele Se propõe abençoar=nos desde o principio até o fim do ano.
9. Que o dia primeiro de janeiro não seja apenas um dia de votos para o futuro, nem de sonhos para o porvir. Seja uma primeira milha trilhada, já, com toda firmeza e devoção, com toda renuncia e submissão, com toda fé e esperança, com toda a convicção de que o Senhor Jesus continuará a estar conosco, até a consumação dos séculos.
10. Bênçãos, unção, graça e vitória para todos, em nome de Jesus.

quarta-feira, 30 de dezembro de 2009

UMA ARCA PARA A FAMILIA, Gn 6.14


UMA ARCA PARA A FAMILIA, Gn 6.14

Introdução. A Bíblia Sagrada oferece destaque a três arcas: a de Noé, a de Moisés e a do Tabernáculo. No capítulo 6 de Gênesis encontramos os detalhes da ordem de Deus a Noé, para a construção da arca que lhe permitiria escapar do Dilúvio.
1. A ORDEM DE CONSTRUÇÃO DA ARCA
a. A ordem de construir veio pessoal mente de Deus.
b. A ordem de construir foi dada diretamente a Noé
i. Essa ordem foi uma revelaçào
ii. Essa ordem foi uma demonstração de misericórdia
iii. Essa ordem foi um gesto de profunda amizade do Criador.
c. A ordem de construir a arca tinha como objetivo preservar Noé, sua família e todos quantos quisessem escapar do Dilúvio.
d. A ordem veio numa época especial: antes de cair uma gota de água do Dilúvio, razão por que exigiu uma extraordinária demonstração de fé por parte de Noé.
e. A construção da Arca tinha um prazo: antes que viesse o Dilúvio
2. OS DETALHES DA ARCA
a. A arca tinha três características especiais;
i. era única,
ii. era suficiente
iii. era indispensável.
b. Estas características da arca nos oferecem algumas lições:
i. A lição da unicidade de Cristo – Atos 4.12; I Tm 2.
ii. A lição da suficiência de Cristo – Jo 1.29
iii. A lição da indispensabilidade de Cristo, Jo 15.6; At 4.12
c. A arca deveria ser feita de madeira
i. Madeira na Bíblia simboliza a natureza humana
ii. O trabalho que Noé teve aponta para a Encarnação
iii. Muitas árvores foram derrubadas para se fazer a Arca
d. A arca deveria ser de madeira de Gofer
i. Gofer é uma palavra hebraica que significa expiação
ii. A expiação de nossos pecados é feita mediante o sangue precioso de Jesus.
iii. A doutrina da expiação é um pilar na Obra da Redenção
e. A arca deveria ser revestida de betume por dentro e por fora
f. A arca deveria ter uma porta:
i. Apenas uma (Jo 10.9)
ii. Isto significa que havia uma única entrada que dava acesso ao interior da Arca. Faz lembrar o Tabernáculo.
iii. A porta estava para o lado.
g. A arca deveria ter uma janela
i. A janela deveria ser colocada EM CIMA.
ii. Assim, Noé e seus filhos não poderiam olhar para baixo
iii. Uma grande lição: não deixe sua família ficar olhando para baixo. Hb 12.2.
h. A arca deveria ter 3 pisos: baixo, segundo e terceiro
i. O primeiro piso se relaciona com os animais; o segundo com a despensa e a cozinha e o terceiro com o repouso
ii. A plenitude de nossa salvação envolve justificação, santificação e redenção
iii. Vemos nisto uma analogia do corpo, da alma e do espírito humanos. CORPO, ALMA, ESPÍRITO. I Ts 5.23.
3. ORDEM DE ENTRADA NA ARCA: “TU, TEUS FILHOS, TUA MULHER E AS MULHERES DE TEUS FILHOS”
i. Noé na frente estabelece um princípio: o ministério do esposo
1. Fala de liderança, responsabilidade e sacerdócio
2. Fala de exemplo de fé (quem mais crê vai na frente)
3. Fala de rastros que são deixados para a posteridade
ii. Em seguida os filhos de Noé, depois sua mulher
1. A mulher depois dos filhos fala do cuidado e da responsabilidade da mãe.
2. O casal tem a solene obrigação de amparar e proteger os filhos
3. Enquanto o pai abre caminho para os filhos entrarem na arca, a mãe cuida de evitar que eles se afastem desse caminho.
4. LIÇOES PRÁTICAS E PERMANENTES
a. A arca era o único lugar seguro durante todo o Dilúvio
i. Ponha sua famlia em lugar seguro´
ii. Faça como Ana fez com Samuel, I Sm 2.
iii. Diga como disse Josué, Js 24.16
b. Noé jamais foi atingido pelas águas do Dilúvio
i. Sua obediência o conduziu à salvação
ii. O Dilúvio não atingiu os que estavam DENTRO da arca
iii. “Crê no Senhor Jesus Cristo e serás salvo, tu e tua casa”, At 16.31.
c. a arca repousando no monte Arará.
i. O sétimo mês passou a ser o primeiro, em Êxodo 12.
ii. A Pascoa deveria ser celebrada no dia 14 do primeiro mês.
iii. 3 dias depois, era o dia 17, o dia em que a arca repousou. Uma antecipação tipológica da Ressurreição
d. Quando tudo recomeçou, havia uma família.
i. Deus preservou a raça através de uma família.
ii. Deus continua interessado em proteger, guardar e defender as famílias
iii. Deus quer usar tua família para um novo começo.

terça-feira, 29 de dezembro de 2009

IMPERDIVEL

Este é um convite dirigido a apenas 30 líderes da Obra de Deus!
Tenho o prazer de anunciar que estarei realizando em São Paulo, durante os dias 28 a 30 de janeiro próximo, o I SEMINARIO DE RECICLAGEM MINISTERIAL. Exclusivamente para líderes e esposas! Desejo compartilhar com esses líderes alguns segredos e preciosas pérolas da Escritura Sagrada! Venha estar comigo. Mas, lembre-se. São apenas 30 vagas. Maiores informações com o Pr Paulo Perreira, pelo telefone 19-9347-1366 ou agendagezielgomes@gmail.com